sou feita de água das chuvas que invadem esta cidade.
O sigilo das horas mortas e o café da manhã
23.1.26
28.3.22
será que lhe faz confusão saber que não precisa de ninguém para estar bem? confusão de que há palavras dirigidas a quem nunca fez parte do seu mundo? provavelmente pensará "que estupidez, destinatário ausente".
mas há a felicidade de estarmos bem com o passado e o presente, sem querer saber do futuro. e há destinatários no passado que não precisam de receber as mensagens. servem só ao remetente.
19.2.20
à quarta dançou. à quinta filosofou... porque acordou com os passarinhos a sussurrar-lhe ao ouvido que o sol recebe-o com abraços e beijinhos, num tempo onde tudo parece mais brilhante e nada se esconde. há esperança entre os dias curtos e as nuvens turbulentas. há serenidade em dias vazios que apaziguam a alma. há sempre o sol e as árvores a rodear a imensidão da sua existência e a caminhar a seu lado, com passarinhos a traçar o caminho rumo ao vale das flores amarelas e das ervas verdes que se esticam para parecerem maiores.
"À sexta foi cortar o cabelo".
os movimentos da vida são a natureza.
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